As recentes mudanças ocorridas na China têm proporcionado avanços em sua economia, política e até mesmo nas relações sociais, sendo consideradas as mais importantes desde o início da "sociedade de mercado", iniciada em meados de 1978.
A flexibilidade para se ter o segundo filho e o fim dos campos de trabalhos forçados são algumas ações tomadas pelo Partido Comunista Chinês (PCCh), bem como a abertura do comércio à empresas estrangeiras.
Igualmente, iniciou- se um plano de privatizações e tornou-se membro da Organização Mundia do Comércio (OMC). Atualmente, o país detém a segunda maior economia global.
Em contrapartida, cerca de 12% da população encontram-se abaixo da linha de pobreza e o país convive com alta desigualdade social, com média de salarial de seus trabalhadores abaixo da média mundial.
Mesmo com reformas sendo realizadas, o PCCh vem recebendo alta pressão por instituir democracia, principalmente através das redes sociais, estas ainda bastante censuradas. Enfim, a China atrai a atenção de todos como integrante dos BRICS - agrupamento de país emergentes-, por se destacar neste grupo e pelas suas reformas avassaladoras.
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