O mundo tem vivido, nos últimos tempos, em decorrência de conflitos armados no Oriente Médio, uma preocupação com ações opostas a manutenção da paz mundial. Grupos extremistas vem ganhando território e implementando o "terror". E alguns desses propõem a revolta contra países do ocidente.
O principal grupo radical em atividade, na atualidade, é o chamado Estado Islâmico do Iraque e Levante (EIIL), que, mesmo já rompido com suas origens, o grupo fundamentalista criado no Afeganistão Al Qaeda, vem influenciando outros grupos islâmicos. Em nome da religião Islã vem provocando barbáries principalmente no Iraque e na Síria. Grupos terroristas como o EIIL vem tendo notoriedade após o atentado de 11 de setembro de 2011, nos EUA, principal alvo.
A Primavera Árabe - revoltas populares contra ditadores nos países árabes - também fortaleceram esses grupos, já que com a ausência de ditadores, que mantinham seus países a mão de ferro, deixaram os territórios vulneráveis. Ações violentas, como a decapitação de pessoas, mostradas em vídeos, vem causando aversão a estes grupos. Alvos militares dos extremistas já foram aniquilados pelos americanos.
Assim, com tecnologia e serviços de inteligência, organizações de âmbito global e países com grande poderio militar vêm agindo no combate ao fundamentalismo. No entanto somente algumas Nações vem enfrentando esses grupos. Fica evidente que é necessário o envolvimento político mais enérgico para reprimir esses grupos violentos.
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