Em algumas décadas, Cuba vem acumulando crises e embargos
econômicos originados por países capitalistas, sendo seu principal opositor os
Estados Unidos. O distanciamento dos dois países se dá há mais de 50 anos. No
entanto, nos últimos anos o cenário tem mudado e isto tende ser bom para todos.
O país caribenho, após a revolução de 1959, iniciou plano de
investimento com vultosos recursos em educação e saúde, refletindo em bons
serviços prestados nestas áreas, com profissionais qualificados reconhecidos
internacionalmente. O presidente Raúl Castro iniciou, em 2008, uma reforma no
país socialista. Possibilitou a comercialização de imóveis e automóveis na
ilha, como também, criou normas e incentivos para que fossem abertas
microempresas privadas e cooperativas no país.
Assemelhando-se ao “socialismo de mercado” adotado pela
República da China, a abertura de mercado de Cuba vem trazendo olhares de
outros países latinos e até mesmo da União Europeia. O Brasil vem investindo
recursos maciçamente na construção de portos naquele país. Em 2014, uma
delegação da Câmara de Comércio dos EUA esteve em Cuba para estreitar elações
diplomáticas e comerciais.
Por tudo isso, vê-se que a reaproximação de Cuba, principalmente com os EUA, possibilitará nova perspectiva entre as relações exteriores postas por aquele país. E a abertura de mercado em andamento, mesmo que lentamente executada, trará novas oportunidades de paz.
Por tudo isso, vê-se que a reaproximação de Cuba, principalmente com os EUA, possibilitará nova perspectiva entre as relações exteriores postas por aquele país. E a abertura de mercado em andamento, mesmo que lentamente executada, trará novas oportunidades de paz.
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