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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Cuba reforma sua economia

   Em algumas décadas, Cuba vem acumulando crises e embargos econômicos originados por países capitalistas, sendo seu principal opositor os Estados Unidos. O distanciamento dos dois países se dá há mais de 50 anos. No entanto, nos últimos anos o cenário tem mudado e isto tende ser bom para todos.
   O país caribenho, após a revolução de 1959, iniciou plano de investimento com vultosos recursos em educação e saúde, refletindo em bons serviços prestados nestas áreas, com profissionais qualificados reconhecidos internacionalmente. O presidente Raúl Castro iniciou, em 2008, uma reforma no país socialista. Possibilitou a comercialização de imóveis e automóveis na ilha, como também, criou normas e incentivos para que fossem abertas microempresas privadas e cooperativas no país.
   Assemelhando-se ao “socialismo de mercado” adotado pela República da China, a abertura de mercado de Cuba vem trazendo olhares de outros países latinos e até mesmo da União Europeia. O Brasil vem investindo recursos maciçamente na construção de portos naquele país. Em 2014, uma delegação da Câmara de Comércio dos EUA esteve em Cuba para estreitar elações diplomáticas e comerciais.
   Por tudo isso, vê-se que a reaproximação de Cuba, principalmente com os EUA, possibilitará nova perspectiva entre as relações exteriores postas por aquele país. E a abertura de mercado em andamento, mesmo que lentamente executada, trará novas oportunidades de paz.

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