Ocorreu, no ano de 2014, um ato histórico que sinaliza o fim das barreiras entre os EUA e Cuba, ao qual durava desde 1961. O restabelecimento diplomático entre os países trás um novo direcionamento político, econômico e comercial para a América. Apenas os EUA não mantinham relações com Cuba em toda essa região.
Com o apoio do Papa Francisco, a reaproximação em curso busca criar parcerias e ambiente para o relaxamento de restrições, inclusive educacionais, bem como a abertura de Embaixada americana no país socialista.
Inicialmente, a decisão promoveu a libertação de prisioneiros dos dois países e ofereceu maior flexibilidade de trânsito de pessoas nos territórios. A repercussão no Brasil foi positiva, já que será beneficiado economicamente devido haver investimentos de infraestrutura providos no país caribenho, o que viabilizará ampliação de mercados e negócios com os americanos e cubanos.
Por todos os aspectos, vê-se que o distensionamento entre os EUA e Cuba impõe fim efetivamente à Guerra Fria e lança a perspectiva de maior engajamento dos dois países na manutenção da harmonia entre o socialismo e o capitalismo. Este momento histórico fatalmente terá, mesmo que indiretamente, o envolvimento de todos os países do continente americano.
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