O abastecimento d´água tem sido bastante prejudicado nos grandes centros do país. Os motivos estão longe de serem estagnados, tanto pela natureza que nos cerca como pela influência dos seres humanos. E são preocupantes os prognósticos realizados por especialistas.
Nas questões climáticas têm-se como fatores que contribuem à crise a ausência de chuvas nos mananciais dos principais rios do país, o desmatamento da Floresta Amazônica e, primordialmente, o aquecimento global. Este, por sinal, tem já se mostrado em pleno avanço, de acordo com relatórios de estudos de organismos mundiais que monitoram o clima do planeta.
Em complemento, na amplitude gerencial governamental, a ausência de planejamento integrado de visão nacional em relação a modernização da matriz hídrica e, bem como, a carência de projetos de reuso da água ajudam a aumentar a crise. O fato entendido pela sociedade é que o baixo compromisso dos últimos governos quanto ao avanço e implantação de novas metodologias e tecnologias em recursos hídricos em benefício à população tem se mostrado numa conta bastante cara e desconcertante a todos.
Enfim, por tudo isso, a crise instalada tende a ser um calo entre nós caso não se evolua rapidamente dos discursos e debates para ações de grande monta de combate à seca e ao desabastecimento dos ramais d´água das residências da população, das indústrias e da agropecuária.
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