A imigração clandestina de africanos já não é apenas um problema de algumas poucos locais da Europa. Os líderes de países mais envolvidos, tais como, Espanha, Itália e Grécia têm o dever, já neste momento, de compartilhar e agir junto às demais nações para que não se aprofunde ainda mais esta crise migratória.
Para ser melhor conduzido, primariamente, deve haver maior apoio dos países desenvolvidos economicamente junto a comunidade africana, principalmente aos localizados na zona subsariana do continente. Esta população enfrenta altos índices de desemprego e miséria e ainda encontra-se em constantes conflitos e a instalação de grupos terroristas controlando a população local. Além de tudo isso, o desfavorecimento geográfico, com desertos e terreno inapropriado à agricultura, contribuem ao propósito da ida ao "eudorado europeu". A ajuda de países ricos é tempestivo à Africa.
Em complemento, a implementação de melhores políticas de migração e controles adequados em busca da redução da clandestinidade implicarão em melhores resultados. Fazer transcorrer legalmente ações de migração é um desafio que a sociedade europeia tem neste momento de alerta. Ações diplomáticas que beneficiem esses menos favorecidos poderão transformar a cultura e os desejos dos indivíduos africanos.
Devido ao exposto, este atual estágio migratório descontrolado rumo ao continente europeu virá a ser melhor administrado. A questão adversa existe, é fato, e as responsabilidades das ações mais efetivas são aqueles que têm maior capacidade e influência para o restabelecimento da ordem. São daqueles mais providos de recursos dentro deste embate.
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