A violência de gênero tendo como passivo a mulher tem se destacado no país. Há um novo crescimento nesta modalidade de crime, mesmo já com a implementação de alguns aparatos de combate ainda ha muito a fazer. É preciso agir mais intensamente, pois esta evolução preocupa a todos.
A média elevada de homicídios no Estado do Espírito Santo se deve justamente ao reconhecimento da carência na qualificação e gestão governamental quanto a proteção à mulher. Já o Piauí atua proativamente a favor das potenciais vítimas. As medidas protetivas são efetivamente postas e cumpridas. A real utilização e operação dos instrumentos legais junto a concreta ação de combate aos criminosos fazem deste estado um diferencial.
É fato que a ferramenta tecnológica de monitoramento eletrônico com alertas à Polícia ajuda a mulher ao estabelecer limites geográficos contra a aproximação entre o eventual criminoso e sua vítima. Dessa forma evita novas oportunidade de eventos danosos. Mas é necessário ter processos e procedimentos bem modelados e com a operacionalização deles de modo ágil e integrado entre as diversas organizações envolvidas. Um modelo sistematizado e sincronizado.
Com tudo isso, pode-se aferir que não basta uma legislação aprovada pelo país de combate a este tipo de violência. Outras atitudes da sociedade com a utilização de instrumentos mobilizadores e a conscientização dos brasileiros sobre os malefícios que esta modalidade de crime trás é que farão da Lei Maria da Penha um meio de sucesso à redução da criminalidade.
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